Primeira Semana

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Fez na sexta-feira uma semana que chegamos a Copenhaga e estes primeiros dias têm sido um misto de passeios pela cidade, visitas às autoridades locais, procura de casa e afins. Para já temos andado de hotel em hotel, com uma passagem pela vizinha Suécia, mas a partir de hoje já estamos naquela que será a nossa casa nos próximos dois meses. O tempo para escrever tem sido, obviamente, escasso e para mais o acesso à internet tem sido mínimo, apenas o suficiente para consultar os mails… e de fugida. Mas esperamos ter tempo para contar as novidades, que são muitas, em breve.

Quanto às primeiras impressões sobre Copenhaga, só podemos dizer que estão a ser muito positivas. Ao contrário do que temos em Lisboa, os espaços verdes abundam e não precisamos de procurar muito para encontrar verdadeiros “bosques” dentro da cidade. Usamos as aspas, porque de bosques só têm mesmo o tamanho, visto estarem primorosamente tratados. Imaginem uma serie de “monsantos” transformados em jardins, com lagos, canais e imensos “greens” e ficam com uma ideia muito próxima do que estamos a falar.

Outro ponto positivo para a cidade é a existência de ciclovias por todo o lado, o que faz com que a bicicleta seja o meio de transporte mais utilizado em Copenhaga. Os dinamarqueses, independentemente da idade ou do extracto social, vão com ela para todo o lado e em todas as ocasiões. E isso, associado a uma boa rede de transportes públicos, reduz o tráfego automóvel consideravelmente – confessamos que ainda não assistimos a nenhum engarrafamento em Copenhaga, o que não nos deixou de impressionar.

O ponto mais negativo é sem dúvida o elevado custo de vida. Afinal de contas Copenhaga é presentemente a segunda cidade mais cara da Europa, sendo superada apenas por Oslo.

E por hoje é tudo, desde a Escandinávia!

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Anabela e Alexandre (linguista e economista), apaixonados um pelo outro e pelas viagens. Juntaram as letras e os números e criaram Vagamundos - Blog de Viagens onde partilham as suas errâncias pelo mundo e motivam todos a viajar. Autores independentes dos livros Caminho do Amor e Rostos do Oriente. Aproveitam qualquer desculpa para vaguear pelo mundo. Viveram na Alemanha, Dinamarca e EUA. Praticam trekking e lounging, alternadamente. Gostam de sujar cozinhas e conversar até altas horas. Uma vez por ano fingem que tocam djambé.

13 COMENTÁRIOS

  1. Parece que a adaptação vai correr sobre rodas!

    Quando estive na Finlândia, uma das coisas que mais me impressionou também foi a falta de engarrafamentos. Acho que em termos de tráfego, agora estamos nos dois extremos do contínuo. Aqui as estradas só estão desimpedidas de madrugada.

    Felicidades para esta nova aventura!

  2. Estou a ver que está tudo a correr bem para voçês, ficamo contentes!Que o tempo que há-de vir seja mil vezes melhor!
    Aproveito para pedir uma ajuda vossa, como é que colocaram o tradutor do google no blog?pq nós não conseguimos:(

    Tudo a correr bem para voçês!

  3. Olá Teresa. De facto entre a Escandinavia e a India existe um enorme fosso e as diferenças serão seguramente notórias. Por aqui esperemos que a adaptação corra bem.
    Bjs

    Olá Tita. Obrigado 🙂 Nem vamos ter tempo para lhe conhecer bem os cantos, porque em Setembro temos nova mudança 🙂
    bjs

    Olá Vieira. De facto os impostos por aqui são bem conduzidos para as suas finalidades. Mas há quem chegue a pagar 60% de impostos e não é preciso ter nenhum ordenado milionario, para os padroes dinamarqueses.
    Abraço

    Olá Dubis. Deus vos oiça 🙂 Quanto à ajuda já deixamos uma mensagem no vosso espaço.
    Abraço

  4. Olá "meninos", então já por terras do norte :), concerteza que não terão problemas de adaptação. Da Dinamarca não conheço praticamente nada, apenas a parte entre a fronteira alemã e sueca, mas gostei do que vi (de passagem). Tb assisti a fogueiras como a que falas mas na Noruega, este ano fomos lá visitar uns amigos, gostei imenso e gostei imenso do sitio onde eles vivem, Sandefjord.
    Agora estou quase de partida para o sul onde morro de saudades por um belo de um mergulho no meu Atlântico (que já não vejo há 2 anos), realmente a única coisa que me falta cá.
    Continuarei a visitar-vos e a acompanhar as vossas crónicas 🙂
    Fiquem bem 🙂

  5. Ôlá Micas. É verdade, já por aqui andamos. Logo agora que chegamos ao Norte, vais tu para o Sul?! 🙂
    Copenhaga merece bem uma visita tua, quanto ao resto da Dinamarca ainda não nos podemos pronunciar. A Noruega é um destino incontornável para quem está por estas bandas. Logo que pudermos, vamos conhecer o país do bacalhau 🙂
    És sempre bemvinda às crónicas.
    Beijinhos

  6. Ufa! Tanta matéria para ler. Tirei eu 10 belos dias de papo para o ar, numa praia algarvia, e eis que no regresso vejo que vocês já andaram bem ocupados com os costumes dinamarqueses.

    Tinha noção de que Copenhaga era cara, comparativamente às cidades lusas, mas não fazia ideia de que fosse tãooooo cara:(

  7. Olá Paulo. Esperamos que as ferias tenham sido daquelas mesmo boas. Quanto aos preços por aqui, são mesmo de deixar um tuga pasmado. Mas com alguma ciencia consegue-se superar. É preciso é encontrar os sitios certos para fazer umas compras (como seja o bairro dos emigrantes arabes). E sim, temos andado bem ocupados com os costumes dinamarqueses e não só. Eles aqui também têm alguma burucracia 🙂
    Abraço

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