NYC – Battery Park

Sábado, 26 de Fevereiro

A história deste parque é interessante. É o ponto mais a Sul da ilha da Manhattan. Foi aqui que tudo começou.

Em 1625 a Companhia das Índias holandesa decreta o estabelecimento do forte Amsterdam e a criação de 10 quintas adjacentes. Em 1626 a compra da ilha de Manhattan aos índios foi finalmente concretizada e assim nasce New Amsterdam, aquela que viria a ser uma das cidades mais conhecidas do mundo.

Ali ao lado está a US Costums House que alberga agora o National Museum of the American Indian. Aconselhamos a visita pois está recheado de boas peças e informação o que nos dá uma perspectiva realista do modo de vida dos índios.

Há algo que não escapa aos olhos de ninguém quando chega ao Battery. The Sphere. Esta escultura estava no World Trade Center, e apesar de não ter sido destruída pela queda das Torres no 11 de Setembro, foi bastante danificada. Foi aqui instalada tal-qual foi retirada do Ground Zero e espera o momento de voltar ao seu local original. Hoje, uma chama arde permanentemente para relembrar os que perderam a vida naquele dia que jamais será apagado da História.

Outro momento histórico está eternizado no East Coast Memorial. Os nomes dos cerca de 4000 homens que deram a vida na II Guerra Mundial inscrevem-se em oito lajes de 6 metros de altura, enquanto uma águia de bronze se ergue no meio delas.

O nome de Battery Park deve-se à bateria de artilharia que foi aqui posicionada como primeiro reduto de defesa da cidade que se expandiu para Norte.

Mantendo essa tradição, o Clinton Castle, um forte construído em 1811, mesmo a tempo de defender Nova Iorque da armada britânica na guerra da independência. Ao longo dos anos já serviu outros propósitos: beer garden, espaço de exposições, posto de desembarque e registo dos imigrantes, aquário, restaurante, teatro… Até que alguém o quis deitar abaixo! “No way, Jose!” foi a resposta dos nova-iorquinos. Para quem queira visitar a Estátua da Liberdade, é ao Clinton Castle que se deve dirigir pois é daqui que partem os ferries para a Liberty Island.

Contudo, os VagaMundos tinham uma dica do nosso amigo Jobling e percorremos a promenade Este até à doca dos ferries para Staten Island.

É a melhor forma de passar ao “lado” da senhora da tocha… sem pagar um tusto! O ferry de Staten Island é conhecido como a maior borla da cidade da Nova Iorque.

O passeio de barco abrilhantou aquele início de dia. Não só porque adoramos passear de barco, mas também porque juntávamos à nossa lista mais uma das 21 finalistas às 7 Maravilhas do Mundo.


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6 COMENTÁRIOS

  1. Fantastic post! To think that I might have not needed a passport to go to New York, had it not been for the little business transaction that the Dutch did a couple of centuries ago… 😀

  2. Olá Vitor. True, true 🙂
    Abraco

    Hola Aledys. That´s right. If you were born 4 centuries you would visit New York as New Amsterdam 🙂
    Besos

    Olá Thais.
    É que é mesmo. Para fans da serie existem até tours aos locais mais simbolicos da mesma 🙂
    Bjs

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