Visitar Braga: roteiro com o que ver e fazer em 2 dias

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Visitar Braga para muitos é literalmente “ver Braga por um canudo”. Limitam-se a visitar o Bom Jesus do Monte e já está. É verdade que Braga é um destino de turismo religioso de excelência, mas há tanto mais para descobrir.

Porquê visitar Braga?

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Braga com as suas ruas pedonais estreitas e labirínticas, praças acolhedoras e ornadas, fachadas de igrejas e casarões grandiosamente decorados, tem um charme a que dificilmente se consegue escapar.

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Arco de Santiago e Capela da Nossa Senhora da Torre, Braga

É uma cidade jovem e animação não lhe falta. Inclusivamente é uma cidade tão viva e dinâmica que se respira no ar. Não lhe falta arte, cultura e festa, ótimas desculpas para tirar os bracarenses de casa e “ajuntá-los” à volta dum evento.

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E com tudo o que tem, não admira que seja a terceira cidade com melhor qualidade de vida de Portugal. Aqui as pessoas ainda nos dizem “bom dia” e isso sabe bem, contrariando a frieza das cidades grandes. As gentes conseguem ser simultaneamente humildes e fervorosas no orgulho da sua terra sem ofender ninguém, é que os bracarenses são brincalhões, portanto, não leve a mal as asneiras a cada 5 palavras ou a picardia que lhes sai natural.


Leia também o nosso Roteiro do Parque Nacional da Peneda-Gerês 


Quando visitar Braga?

Pode visitar Braga a qualquer altura do ano. É preciso é estar atento ao tempo em Braga. A cidade é tão agradável que a chuva veio para cá fixar arraiais. No verão, as temperaturas podem ser tão boas que aquelas noites quentes de verão levam todos à rua.

braga-romana-bracara-augustaDepois, em Braga está sempre a acontecer qualquer coisa. Destacamos os três eventos que transformam a cidade por inteiro. A Braga Romana move tudo e todos para se vestir como os fundadores de há 2 mil anos atrás.

sao-joao-bragaO São João “é de Braga”: prepare-se para dias de folia nas festas dos santos. Insólito mesmo é o que acontece no Natal. Na noite de Consoada, a Rua do Souto fica literalmente à pinha, quer chova ou brilhe a Lua, para cumprir a tradição exclusiva de Braga, o Bananeiro. Ai de quem não beba um moscatel e coma uma banana!

Mapa dos Principais Pontos de Interesse de Braga


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O Melhor de Braga num Roteiro de 2 dias

Braga é das grandes cidades portuguesas que nos dá uma sensação estupenda de bem-estar. Portanto, prepare-se para elogios rasgados. Venha daí connosco. Queremos mostrar-lhe Braga como nós a vemos. Encurtámos para um roteiro de 2 dias em Braga, mas passa-se aqui uma semana na boa (nós já somámos várias semanas). E vai perceber porquê quando chegar ao fim deste roteiro.

Roteiro Braga: 1º Dia

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Vamos começar em grande e, como não podia deixar de ser, vamos ao Arco da Porta Nova, a porta da muralha de Braga… que nunca teve porta. Diz-se por aí que foi este arco barroco que deu origem à expressão “És de Braga.” Como ainda é cedo, vamos tomar um cafezinho para despertar. Primeira surpresa deliciosa do dia: vamos ali a uma daquelas casas com tradição deliciar-nos com o que sai das mãos do chefe pasteleiro João Araújo. Nas Tíbias de Braga a tíbia é rainha, o biscaínho é rei. Ambos são de babar.

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Estamos à entrada da zona histórica de Braga e vamos percorrer uma das suas ruas imperdíveis onde tudo, ou quase tudo, acontece. Bem recheada de pastelarias e confeitarias com identidade, restaurantes e snack bares – uns com tradição outros com conceito inovador, – lojinhas no piso térreo de prédios que são um deleite para os olhos e alguns dos pontos de interesse de Braga que nos transportam no tempo.

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Passamos em frente à Igreja da Misericórdia de Braga (provavelmente o único templo religioso renascentista) para apreciar a sua fachada. O arco que se vê no adro dá acesso à Capela de São Geraldo, padroeiro da cidade de Braga aqui sepultado.

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Do lado esquerdo abre-se o Largo do Paço rodeado por parte do complexo de edifícios que constituem o Paço Episcopal Bracarense. Os olhos viram-se forçosamente para a elaborada decoração do Chafariz dos Castelos, a fonte que centra o largo: a figura feminina que encima a coluna pretende representar a cidade de Braga.

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Biblioteca Municipal de Braga
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Câmara Municipal de Braga

E por falar em Paço Episcopal, vamos fazer aqui um pequeno desvio pela Rua da Misericórdia? Hum, ainda é cedo para comer uma nata, mas podemos levar um par delas para o caminho. À sua direita, a Biblioteca Municipal em estilo barroco do século XVIII (quer dizer, este já é do século XX porque este edifício do Paço Episcopal ardeu todo em 1866); à sua esquerda, o jardim do Largo do Município e ao fundo o edifício barroco da atual Câmara Municipal de Braga (sabia que antes havia aqui uma praça de touros?)

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Igreja do Pópulo

Seguimos em frente para nos depararmos com outra das praças vivas de Braga, a Praça Conde de Agrolongo com uma série de edifícios monumentais. Destacam-se a Igreja do Pópulo, o Lar Conde de Agrolongo coladinho ao Convento do Salvador. O espaço gnration transformou o antigo quartel da GNR num espaço criativo que casa a arte e a tecnologia.

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Seguimos para sul na Rua Dr. Justino Cruz. Já podemos vislumbrar um pouco do que nos espera: o Antigo Paço Arquiepiscopal, também conhecido como o Paço Medieval de Braga. Obviamente data da Idade Média, e a sólida construção com as ruínas dos arcos ogivais é um dos postais de Braga. Encha os olhos com o colorido do Jardim de Santa Bárbara, um dos favoritos para namorar.

E numa cidade tão antiga, não se vê castelo? Pois, é verdade, castelo já não se vê, mas escondidinha numa travessa está o que resta do castelo medieval, a Torre de Menagem. A visita é gratuita mas requer reserva prévia. Continuamos pela ruela na direção sul para desembocarmos na Rua do Souto.

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A Rua do Souto é a rua da nightlife, da daylife, da everyday life. Ponto de encontro de estudantes universitários que fazem de Braga a cidade mais jovem de Portugal e, consequentemente, uma das ruas mais animadas da Cidade dos Arcebispos. O engraçado é que em Braga não se evita a jovialidade inconsequente dos estudantes e, somem-se os anos que se somarem aos ossos, os bracarenses andam calçada abaixo e acima numa noite de copos. Já cá voltamos logo à noite.

Agora vamos tomar um café n’A Brasileira, mas esta é de Braga. Aqui não se pede uma bica ou cimbalino. Pede-se um café, “mas de saco, por favor!” Novos ou velhos, da terra ou de fora, todos cumprem religiosamente o ritual de visitar o café mais icónico de Braga. Sabemos que apetece ficar na esplanada a ver a vida passar, mas fica a perder. No interior, mobiliário, balcão, tetos e painéis de parede, também se saboreiam morosamente: tudo foi recuperado para devolver a este café centenário a classe e requinte dos tempos áureos.

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Logo aqui ao virar da esquina, há um tesouro escondidinho de Braga: a Casa dos Crivos. O único exemplar sobrevivente da tipologia habitacional típica de Braga nos séculos XVII e XVIII em que se primava pela privacidade, mas só de fora para dentro, porque lá dentro podia-se coscuvilhar tudo o que acontecia na rua. Vamos espreitar?

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E agora, vamos sentir o coração de Braga a pulsar! Passamos a explicar. A Praça da República reúne o jardim da Avenida Central, respetivos coreto e “chafariz”, o sinal Braga (parece que todo o lugar que se preze tem que disponibilizar estes sinais aos visitantes, não vão eles esquecer o nome da terra) e, este sim o verdadeiro “sinal” de Braga, a Arcada.

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Venha daí ver a vida acontecer em Braga. Vamos dar um passeio pela praça para apreciar o casario encantador que rodeia a praça, alguns palacetes a competirem pela melhor ornamentação do seu respetivo estilo arquitetónica, a bela fachada barroca e rococó da Basílica dos Congregados e a Igreja da Senhora-A-Branca de arquitetura maneirista, barroca e neoclássica.

Sentados num banco ou nos muros dos canteiros da praça, os mais velhos ainda preservam as redes sociais mais antigas do mundo: conversa de pé d’orelha, coscuvilhice de comadres e “cumbíbio”.

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Na Arcada em si estão os “cafés” mais conhecidos de Braga: o café Vianna (não, não nos enganámos, escreve-se assim desde 1871) e o café Astoria. Ficamos para almoçar? Não abane a cabeça nem se assuste com os garçons primorosamente fardados. É verdade que, normalmente, os preços são um pouco puxados para a carteira. Mas nós temos uma dica para si: é hora de almoço, vamos aproveitar a diária! Prefere um lugar na esplanada ou no salão interior?

visitar-braga-roteiro-2-diasNão beba ainda o cafezinho do almoço porque vamos tomá-lo ali na cafetaria dum dos nossos recantos favoritos de Braga. Como temos uma paixão por livros, sugerimos dar um pulinho na livraria Centésima Página. Entre e depressa vai sentir um espaço sereno que convida a folhear páginas, a viver histórias, a apreciar arte através das suas exposições e a ensinar os mais novos a amar livros.

Pronto para continuar?

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Voltamos atrás, até porque aqueles canteiros de flores de todas as cores da Avenida da Liberdade chamaram-nos a atenção. Passamos defronte do Theatro Circo de Braga, um dos mais belos e prestigiados teatros de Portugal, e inclusive da Europa.

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Viramos à esquerda na Rua do Raio para visitarmos a intrigante Fonte do Ídolo, um dos vestígios mais preciosos da época romana em que Bracara Augusta viveu tempos áureos, e o Palácio do Raio com a sua exuberante ornamentação. No interior, não menos exuberante, está um rico acervo da Misericórdia de Braga.

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Seguimos para o Largo de Santa Cruz pela Rua de São Lázaro, damos costas à magnífica Igreja de São Marcos e vamos tentar descobrir um dos maiores mistérios de Braga.

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Essas pessoas de pescoços torcidos a mirar a fachada da Igreja de Santa Cruz estão a tentar responder à eterna questão: onde estão os galos? Diz a lenda que moça casadoira que se preze tem de ver os 3 galos da Igreja de Santa Cruz – caso contrário, corre risco de não concretizar o tão sonhado casamento. Dois já cá cantam, e damos alvíssaras a quem descobrir o terceiro, o verdadeiro quebra-cabeças.

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Continuando o nosso passeio, vamos descobrir a Casa e Capela dos Coimbras. Ou melhor, a Capela porque a casa manuelina original já não existe. O palacete foi demolido e o que vemos agora é uma reconstrução do início do século XX que preservou algumas das janelas e portas manuelinas.

E aqui no Largo de São João do Souto vamos degustar uma iguaria imprescindível: as frigideiras de Braga. Nas Frigideiras do Cantinho tudo começou em 1796. Mais de dois séculos volvidos, o folhado de massa com carne picada é ainda o que leva milhares de pessoas ao espaço, embora seja difícil resistir a tantas outras iguarias que nos tentam os olhos. Enquanto degustamos as nossas frigideiras podemos apreciar as autênticas ruínas dum domus romano mesmo debaixo dos nossos pés. “E para levar, é um bolo romano”, com receita do século II, mas ingredientes fresquinhos.

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Já de estômago recomposto, seguimos para o ex-libris da cidade: a Sé de Braga. Vamos aqui pela Rua de São João ao encontro da Senhora do Leite, santa icónica dos bracarenses, representada numa singela e rara escultura.

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Seguimos pelo Rossio da Sé para finalmente encararmos o monumental templo religioso de Braga, a mais antiga diocese de Portugal, p’raí dos anos 400! Percebe agora a expressão “velho como a Sé de Braga”? Na verdade, o monumento que vemos data do século XI e a fachada mostra claramente a influência de estilos arquitetónicos das várias adições e reconstruções que sofreu ao longo dos seus quase mil anos de existência. Demore-se, observe com atenção os detalhes e se estes maravilham, o interior surpreende ainda mais – o museu de arte sacra guarda verdadeiros tesouros nacionais!

Para terminar o primeiro dia deste roteiro de Braga, propomos um fim relaxante ali para as bandas do Palácio dos Biscainhos. Se for do seu interesse, poderá visitar os amplos e luxuosos salões desta casa nobre setecentista, honrada até com a visita de reis. Mas terá que pagar o bilhete do museu. Nós vamos ali desfrutar da frescura e luxo verdejante do jardim barroco – este totalmente grátis.

Chegou a hora de irmos à procura da janta. Entre as ruas e ruelas do Campo das Hortas, do Arco da Porta Nova, da Sé e da Rua do Souto encontra garantidamente um restaurante que lhe satisfaça o apetite. Mais adiante poderá ler todas as nossas sugestões onde comer em Braga.

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O que fazer em Braga à noite

A noite ainda é uma criança e em Braga morre velhinha, principalmente ao fim de semana! E o centro histórico é o sítio ideal para virar copos. Vamos começar a correr capelinhas.

Livraria Mavy

Livraria Mavy, o nosso café-bar favorito de Braga, pela decoração alusiva ao espaço que foi, Livraria Bertrand, um espaço descontraído e sem pretensões. Há que pedir penitência no Sé La Vie com uma cerveja, para começar de mansinho. Carreguemos a nossa cruz para o Rossio Bar, um espaço lounge com muita arte. Continuamos a nossa procissão até ao Mal Amado para pedirmos a nossa bebida personalizada. Nesta subida ao calvário, vamos ao piso 3 do Juno e pelo caminho sai um shot pastel de nata. A última estação desta via sacra é no Destilado para descobrirmos o cocktail que é a nossa cara.

Se ainda nos aguentarmos minimamente direitos, é melhor fechar por aqui e irmos dormir.

Roteiro Braga: 2º Dia

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Como cedemos às tentações da carne, neste segundo dia vamos pedir perdão pelos nossos pecadilhos, cheios de arrependimento.

Visitar Braga passa obrigatoriamente por visitar os seus lugares religiosos e de peregrinação mais emblemáticos: o Bom Jesus e o Sameiro.

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A história do Santuário do Bom Jesus do Monte remonta ao século XIV. Começam a surgir registos que mencionam uma ermida no monte Espinho devotada à Santa Cruz em 1373. A devoção das gentes de Braga leva um número cada vez maior de peregrinos a subir à singela capela e a necessidade de aumentar o templo vai-se sentindo. No século XVIII é colocada a primeira pedra da Igreja do Bom Jesus que daria origem ao atual Santuário.

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Para nos auxiliar na subida, vamos ter a ajuda do funicular mais antigo do mundo, o Elevador do Bom Jesus. Irmão sobrevivente de sete únicos no mundo, este é o único com sistema de contrapeso de água ainda em funcionamento.

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O Escadório do Bom Jesus são na realidade três. É preciso coragem para subir os 581 degraus dos Escadórios das Três Virtudes, dos Cinco Sentidos e do Pórtico, mas a elaborada decoração, fontes e estátuas são merecedores de contemplação. A estátua equestre de São Longuinho recebe-nos lá no alto do Terreiro de Moisés e prepara-nos para nos depararmos com a sublime decoração do templo neoclássico da Basílica do Bom Jesus.

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Os terrenos baldios ao redor do Santuário foram transformados no refrescante e densamente arborizado Parque do Bom Jesus. Atrai bracarenses e visitantes com todas as infraestruturas para relaxantes passeios, uma área de merendas para picnic, e um lago artificial com barcos a remos, favorito dos casais.

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É sabido que os portugueses são fervorosos devotos de Nossa Senhora e em Braga temos um dos santuários marianos que mais peregrinos traz a Braga (antecedido pelos Santuário de Fátima e pelo Santuário da Mãe Soberana em Loulé). Falamos do Santuário de Nossa Senhora do Sameiro, originalmente dedicado à Imaculada Conceição.

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Este Santuário leva milhares de peregrinos a realizarem procissões marianas em dois momentos do ano: primeiro domingo de junho, com saída da Sé de Braga, e no terceiro domingo de agosto a procissão estatuária sai do Santuário do Bom Jesus do Monte.

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A localização do Santuário merece uma chamada de atenção. Para verdadeira contemplação nada como preencher o nosso tempo no Monte Sameiro, o ponto mais alto de Braga, e nos seus verdes recantos. Daqui temos a melhor vista panorâmica sobre Braga, as Serras do Gerês e, se o dia estiver completamente limpo, podemos até ver o mar entre Leixões e Viana do Castelo.

Como ainda nos resta algum tempo, vamos pegar no carro e conhecer dois lugares fantásticos de Braga: o primeiro é monumental, o segundo é apaziguador.

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Mosteiro de Tibães © Pedro Caetano

O Mosteiro de Tibães é único em Portugal como exemplo exímio da arquitetura religiosa portuguesa, mas acima de tudo por ser o único com 4 claustros e o interior da igreja ser tão luminoso, coisa rara nas edificações religiosas do nosso país. A grandiosidade deste mosteiro beneditino impressiona. Mas queremos revelar-lhe algo que muitas vezes é descurado. O mosteiro tem uns magníficos jardins onde se pode “perder” demoradamente.

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E já que por aqui andamos e temos o Rio Cávado aqui mesmo ao lado, que tal irmos a uma das praias fluviais mais bonitas de Portugal? Até à Praia Fluvial de Adaúfe são só 15 minutos.

A beleza natural é mais do que óbvia logo ao chegarmos ao amplo relvado para estender a toalha. O rio corre de águas límpidas, caudaloso e calmo e convida a banhos nos dias quentes de verão. Mas a particular singularidade está nos moinhos de água que ainda persistem de pé. São testemunhos doutros tempos em que do rio também se tirava o sustento para além da pesca.

E aqui damos por findo o nosso roteiro de 2 dias em Braga onde lhe mostramos o melhor que Braga tem. Dá para perceber que gostamos mesmo disto?

Onde comer em Braga?

Braga é conhecida por ser a cidade com mais igrejas, mas pode-se bajular de ter a maior oferta de espaços para agradar a todos os paladares reunidos no centro histórico mais antigo: gastronomia local, cozinha internacional, um balcão para petiscar, deliciosos hambúrgueres regados com cerveja artesanal, vegetariano, sushi… E em doses generosas!

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Gastronomia tradicional de Braga

Bacalhau à moda de Braga, papas de sarrabulho, arroz pica no chão, rojões à minhota, arroz de pato, cabrito assado à moda de Braga, lampreia, caldo verde com broa de milho são pratos típicos de Braga. As sobremesas conventuais – de comer e chorar por mais – incluem: Pudim de Abade de Priscos, leite-creme, sameirinhos, fatias doces de Braga a não confundir com as rabanadas do convento (o segredo está na fritura… sem óleo!), fidalguinhos (os biscoitos de Páscoa), viúvas (versão deliciosa do pastel de nata)… Só para amostra.

Quanto a restaurantes, nem sabemos por onde começar sequer. Quando nos dá ganas de gastronomia local, vamos à Adega Malhoa onde o vinho ainda é servido à taça. Para os melhores pregos e hambúrgueres não dispensamos o Bira dos Namorados – peça a cerveja artesanal, é uma das muitas mais-valias deste restaurante. Para a melhor Francesinha de Braga (bracarense que se preze dirá “do mundo”), todos vão à Taberna Belga, e dentre as várias casas que testámos, esta é mesmo de eleição, não engana. Quando o mood é de “tainada” (qual petiscar, em Braga o pessoal vai é tainar) a escolha é difícil entre o Tábuas, Copos & Outras Cenas ou a Dona Petisca.

Onde dormir em Braga?

Sé Guesthouse

Quando vamos para estadias curtas a nossa escolha de alojamento em Braga recai muitas vezes no Sé Guesthouse. Cumpre todos os nossos requisitos. Os preços são económicos  tendo em conta os serviços de que dispõe, a localização é vantajosa pois fica mesmo perto do centro histórico da cidade, e está rodeado de serviços de restauração com muita escolha.

Braga Heritage Lofts

O Braga Heritage Lofts, localizado no centro histórico, mesmo ao lado do Paço Medieval de Braga, é um hotel boutique com estilo contemporâneo e charme. Um dos favoritos dos viajantes, fica a poucos passos dos melhores highlights no coração da cidade, oferece ótimas condições para quem procura um alojamento de férias, escapadinha de fim de semana ou para viagens de negócios. A grande mais-valia: o terraço com vistas para o jardim de Santa Bárbara.

Vila Gale Collection Braga

O Vila Gale Collection Braga é um hotel de 4 estrelas com luxo, conforto e serviços que justificam o preço. Spa, sala de massagens, piscina e salas de reuniões provam como está atento a todas as necessidades dos seus hóspedes. A localização é excelente para quem quer explorar o centro histórico da cidade dos arcebispos. O pequeno almoço é fantástico.

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