Santiago do Chile – Cerro San Cristobal

Passando pelo rio Mapocho, que corta velozmente a cidade de Santiago ao meio, subimos o Cerro através de uma estrada que literalmente o serpenteia. A alternativa à estrada seria apanhar o teleférico, que liga o barrio Providencia (Estación Oásis) ao Cerro San Cristobal. Uma vez lá não ficamos minimamente decepcionados pela vista obtida, bem pelo contrário. O monte, que tem 880 metros de altura proporciona efectivamente uma panorâmica excepcional, como podem comprovar pelas fotos. Podemos observar não só toda a cidade de Santiago, mas também avistar a cordilheira dos Andes, onde a neve teima em não desaparecer. O único senão é mesmo a enorme capa de smog, que cobre toda a cidade, e que é um grave problema ambiental. Este obriga mesmo muitos dos habitantes a usarem máscaras para irem trabalhar, de forma a reduzirem os problemas respiratórios, e loção solar para se protegerem dos raios ultravioletas, visto que a camada de ozono por aqueles lados está nas últimas.


Mas, poluição à parte, queremos referir que o Cerro de San Cristobal está longe de se resumir a ser um bom “miradouro”sobre a cidade. É que no seu topo podemos encontrar o Santuário da Imaculada Conceição, que possui uma enorme estátua, que pode ser avistada de praticamente toda a cidade de Santiago, e que se tornou inclusive num símbolo da mesma.

Para além disso o Cerro faz parte de um conjunto de montanhas, a saber os cerros Chacarillas, La Pirámide y Los Gemelos, que por sua vez fazem parte do Parque Metropolitano de Santiago, um dos maiores parques urbanos do mundo, com mais de 722 hectares de extensão.

Cerro visitado, hora de deambular novamente pelas ruas de Santiago. Desta vez tínhamos como objectivo encontrar o atraente bairro de Bellavista, famoso pela vida boémia e onde se localizam naturalmente inúmeros cafés e restaurantes. Contudo a nossa visita ao bairro não era propriamente movida pela boémia. O que queríamos era encontrar as lojas que vendem as famosas jóias com a pedra lápis-lazúli, pedra esta que é extraída sobretudo no Afeganistão, e no Chile, mais precisamente perto de Ovalle, nos Andes. E no Pátio Bellavista, lá estavam elas. Claro que acabamos por não resistir, e trazemos connosco uma pequena peça, de traços andinos.

Com tudo isto a fome começou a apertar e como tal rumamos em direcção ao Mercado Central, local onde ficava situado o restaurante El Galeón, que nos tinha sido recomendado como sendo o ideal para se degustar uma apetitosa Centolla. Mas isso fica para uma próxima Dolce Vita…

 

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2 COMENTÁRIOS

  1. Mais uma bela passeata:)

    Desconhecia, por completo, que a poluição atmosférica estivesse assim, tão avançada.

    Sou conhecedor do mesmo fenómeno, mas na imensa cidade do México, com as tais precauções tomadas pelos seus habitantes. Agora no Chile, não fazia a mínima ideia…

  2. Também a nós nos surpreendeu. Até porque das nossas pesquisas tinhamos sempre a ideia poetica da cordilheira dos Andes como cenário de fundo. Foi dificil adivinha-la no meio do smog 🙂 Acho que tem de actualizar os guias turisticos.
    Abraço

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