Santiago do Chile – de La Moneda ao Paseo Ahumada

Depois de uma longa viagem de avião, com partida em Cusco, mas de escala obrigatória em Lima, eis que aterramos em Santiago, a famosa capital Chilena, cercada pela Cordilheira dos Andes. Como a hora já era tardia, só deu mesmo para comer qualquer coisa e deixarmo-nos seduzir pela cama, deixando a exploração da cidade, fundada pelo conquistador espanhol Pedro de Valdivia em 1541, para o dia seguinte.



Começamos a nossa visita pelo Palácio de La Moneda, sede actual da Presidência da República do Chile. De referir que o edifício foi inicialmente projectado para abrigar a Casa da Moeda (inaugurada em 1805) – daí o seu nome – sendo que essa função foi exercida até ao ano de 1929. O pátio interior, de seu nome “Patio de los Naranjos” (nome recebido devido às laranjeiras lá plantadas) merece sem dúvida uma visita, pois permite-nos apreciar melhor a arquitectura neoclássica italiana do palácio.

Saindo pelo portão norte, temos a Plaza Constitucion, onde podemos encontrar outra das atracções, que quem visita Santiago não deve perder: o render da guarda, levado a cabo pelos Carabineros do Chile, e que diariamente se realiza pelas 10 horas da manhã. Mesmo em frente do palácio, numa pequena praça, podemos ainda observar as estátuas de todos os presidentes chilenos, com natural destaque para Salvador Allende.

Daí rumamos até à incontornável Plaza de Armas, evidente coração da capital chilena, pejada de árvores, estátuas, fontes, esculturas e vendedores ambulantes, que vendem de tudo, desde os multicoloridos balões às refrescantes bebidas. A plaza, que marca o quilómetro zero do Chile – o ponto de onde todas as distâncias do país são medidas – é sem dúvida um local agradável que nós convida a relaxar, até porque contrasta com o enorme reboliço da cidade.

De referir ainda que a Plaza está rodeada de vários edifícios históricos, de indubitável interesse, de onde destacamos a imponente Catedral Metropolitana, cujo interior é simplesmente fantástico, o Palacio de la Real Audencia (que é actualmente o Museo Histórico Nacional), e a Câmara Municipal.

Mesmo ao lado da Plaza de Armas fica localizado o Paseo Ahumada, a mais movimentada rua pedestre de Santiago, repleta de comércio e de animadores de rua. Não faltam também alguns camponeses que, acompanhados pelas suas lamas, vão ganhando uns cobres em troca de tirarem uma fotografia dos turistas ao lado do simpático animal.

Visto que não tínhamos muito tempo para estar na cidade, demos a visita ao centro por terminada, e rumamos ao Cerro San Cristobal, onde nos haviam prometido que encontraríamos a melhor vista da cidade. Mas sobre isso falaremos outro dia…

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5 COMENTÁRIOS

  1. Olá Valentim. De facto em Santiago os traços europeus permanecem muito bem vincados. O mesmo se observa nas terras vizinhas, Valparaiso e Vina del Mar… mas sobre essas escreveremos mais tarde.
    Abraço

    Hola Común. Foi o que fizemos. Após visitar o Chile fomos até à Argentina 🙂
    besos

  2. Vocês são uns verdadeiros guias de viagem, com as crónicas bem condimentadas com os pormenores históricos. Parece que somos transportados para o meio da acção…

    Do Chile, país que foge um pouco ao itinerário do viajante comum, não estando, pelo menos aqui em Portugal, a ser explorado pelas agências, guardo a ideia de um local pitoresco, com as tais marcas inconfundíveis europeias, herança das colonizações espanholas, mas que foge ao estereotipo das ditaduras, infelizmente ainda em vigor, de algumas "repúblicas" sul-americanas.

    As fotos estão excelentes!

  3. Olá Paulo. O Chile é de facto um país surpreendente. Santiago é uma metropole curiosa e como tu dizes, pejada de traços europeus e marcas da colonização espanhola, de braço dado com aquele "q" latino americano que tanto nos encanta. Felizmente a ditadura de Pinochet já acabou. Em relação à mesma ouvimos alguns relatos no minimo insolitos…

    Agora é a nossa vez de agradecer os teus comentários, que sempre enriquecem o que por cá vamos deixando, seja pela partilha do teu conhecimento, seja pelas observações, sempre pertinentes.

    Abraço

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