Verdade seja dita, visitar Bragança é daqueles lugares imperdíveis que se vão adiando com a desculpa da distância. Do longe se faz perto e fomos à descoberta do enorme potencial turístico do Município de Bragança, no Nordeste de Portugal. Agora, desenhámos, para si, esta sugestão dum roteiro para visitar Bragança com o que ver e fazer, hotéis onde dormir em Bragança e arredores, restaurantes onde comer que são referências gastronómicas e um mapa interativo para não perder pitada quando visitar Bragança.

Este concelho do Norte de Portugal, em Trás-os-Montes, foi crucial na defesa da fronteira portuguesa e carrega um legado histórico de elevada importância na constituição da nacionalidade. Celtas, romanos, árabes entre outros povos ocuparam o território e até a vizinha Castela cobiçou este pedaço de Terra Fria transmontana. Desde 1187 que a sua importância estratégica é reconhecida, com carta de foral especial, por vários monarcas portugueses e em 1464 é elevada a cidade.

O distrito de Bragança integra a Reserva da Biosfera Transfronteiriça Meseta Ibérica reconhecida pela UNESCO. Beneficia dum património natural de rara beleza e diversidade contando, dentro do seu território, com dois parques naturais (a excelsa vegetação serrana no Parque Natural do Montesinho e as majestosas arribas do canhão de rio no Parque Natural do Douro Internacional), o Geopark Terras de Cavaleiros cujas formações rochosas são únicas no mundo, e uma parcela significativa do Parque Natural Regional do Vale do Tua.

Posto isto, não é de espantar que o slogan da mais recente campanha de promoção turística leia “Bragança Naturalmente”. Muito mais do que uma palavra bonita, “naturalmente” descreve na perfeição esta região remota onde o homem vive, de corpo e alma, uma relação íntima e de respeito com a natureza que é alimento, abrigo e alento.

A verdade é esta: Bragança está bem mais perto do que julga e tem muitos argumentos para ser um destino de topo para uma escapadinha, um passeio cultural e, até mesmo, umas férias prolongadas.
Onde fica e como chegar a Bragança?

De carro: O meio de transporte mais escolhido para chegar a Bragança é o carro. As principias e mais rápidas vias de entrada na cidade de Bragança são a A4 e o IP2.
Hoje em dia, “de Lisboa a Bragança” já não “são 9 horas de distância” como ditava a música dos Xutos & Pontapés. Leva menos de 5 horas a percorrer os cerca de 500 km que separam Lisboa de Bragança. Isto porque Bragança está muito bem servida de acessos rodoviários.
Do Porto, em pouco mais de 2 horas cobre os 200 km que separam as duas cidades. Bragança goza ainda de boa localização relativamente a grandes cidades espanholas como Zamora (cerca de 100 km), Salamanca (174 km), Madrid (355 km) e é a base ideal para visitar Puebla de Sanabria (40 km).
De autocarro: Há autocarros diários para Bragança com partida das principais cidades portuguesas. A viagem é longa e morosa, mas é uma solução económica para quem viaja sozinho. Consulte horários e preços na Rede Expressos.
Bragança não tem ligação de comboio/trem.

Quando visitar Bragança?

A melhor época do ano para visitar Bragança depende muito dos seus interesses.
Se pretende explorar o património histórico-cultural e deliciar-se com a gastronomia regional, qualquer estação do ano é perfeita.
Na gíria popular transmontana é comummente utilizada a expressão “nove meses de inverno e três de inferno” para caracterizar o clima das Terras Frias e dos planaltos transmontanos que imperam no distrito de Bragança. É verdade que a região tem fama (e proveito) de invernos frios prolongados e verões curtos e quentes.

As temperaturas são mais amenas no final da primavera e início do outono, alturas do ano que aconselhamos para fazer caminhadas.
Na primavera, a chuva e o degelo enchem rios, ribeiros e riachos que correm selvagens. Somos brindados com os montes ondulantes pintados de tons florais dominados pela esteva, giesta, carqueja e urze. As amendoeiras em flor, entre março e abril, proporcionam um espetáculo raro revestindo o território dum manto branco. Um manto branco diferente do que podemos ver no inverno, quando a neve caída sobre a cidade a torna mais cintilante.

O outono traz a frescura ansiada dos quentes dias de verão, que aqui podem ser inclementes. A paisagem reveste-se de tons quentes outonais apaixonantes: o restolho pinta os campos rurais de ouro, a terra lavrada faz uma paleta completa de tons avermelhados, os amieiros traçam linhas amarelas ao longo dos cursos de água, laranjas, marrons e bordeaux dominam as vinhas e vestem carvalhos, a folhagem dourada das faias… Permeados pelos dois verdes intensos distintos dos castanheiros, em extensões de soutos a perder de vista: o verde escuro da folhagem e o verde claro dos ouriços das castanhas. Com a queda da folha, a natureza “tece” fofos tapetes de folhagem multicolorida, onde até apetece rebolar.

As temperaturas baixas não demovem os brigantinos de celebrar o ciclo da vida e da natureza, o principal mote das suas tradições e costumes mais identitários. Aliás, variadíssimas manifestações populares e culturais preenchem as Festas de Inverno (geralmente, de novembro a fevereiro/março) e são, provavelmente, as mais desconhecidas da maioria dos portugueses, mas vividas mais intensamente pelas gentes da terra.

Anote estas datas na sua agenda se quiser visitar Bragança num dos seus eventos mais marcantes.
Festas de Bragança (agosto): A época alta para visitar Bragança é no verão, quando os dias são longos e a agenda de eventos está preenchida de festas e atividades. O destaque vai obviamente para as Festas de Bragança, dedicadas à padroeira, Nossa Senhora das Graças, culminando no feriado municipal de 22 de agosto.
De 25 de Dezembro ao Dia de Reis: Desde o dia de Santo Estevão ao Dia de Reis não há parança nas aldeias de Bragança, quando acontecem as Festas dos Rapazes. Afinal, os Caretos não saem à rua só no Carnaval. Cada aldeia tem as suas tradições ancestrais para celebrar o solstício de inverno, cuja origem já se perdeu na memória, mas cruzam os ritos solsticiais Celtas, costumes Zoelas, juvenálias e calendas romanas.

Queima do Diabo (Carnaval): O Entrudo é sempre uma excelente altura do ano para visitar Bragança e arredores. No sábado antes do dia de Carnaval, as ruas da cidade enchem-se de Caretos vindos das aldeias vizinhas, e até de Léon e de Zamora. Envergando os seus trajes tradicionais e revivendo costumes antigos, correm, saltam, chocalham e brincam pelas ruas acima, até ao Castelo de Bragança onde o dia culmina com a Queima do Diabo. Nos dias seguintes, até à Quarta-Feira de Cinzas, é ir vê-los às respetivas aldeias.
Brama do Veado (setembro e outubro): Ok, não é uma festa! Mas é uma experiência e os amantes da natureza sabem o espetáculo singular que é a Brama dos Veados (chamada de acasalamento). Com alguma sorte, é possível ouvir uma dezena de machos da população de veado vermelho do Parque Natural do Montesinho bramir, alto e bom som, para atrair as fêmeas.

Novembro: Com o findar das colheitas, as atenções viram-se para inúmeros mercados e feiras, as festas e magustos em que a castanha é rainha (produto fundamental em Trás-os-Montes) e as rotas micológicas (para quem queira aprender mais sobre cogumelos silvestres).
Onde ficar a dormir em Bragança? Sugestões de alojamento
A oferta de alojamento em Bragança é atualmente bastante variada, desde hotéis económicos com todas as comodidades para uma noite de estada, ao luxo duma pousada, passando pela modernidade dum alojamento local citadino ou pela tranquilidade e privacidade dum Turismo Rural em casas típicas.
Se quiser ficar mesmo no centro da cidade, o Solar de Santa Maria é a sua melhor aposta. Sinta-se como verdadeira realeza neste solar do século XVII recuperado, com detalhes de requinte patentes nas madeiras lavradas, no mobiliário clássico nobre e nas peças de decoração refinadas. Se o tempo estiver de feição, usufrua do seu tempo de lazer no jardim com claustro da propriedade.
Pousada de Bragança – São Bartolomeu
Para quem procura um pouco mais de luxo, com sobriedade e elegância, a Pousada de Bragança – São Bartolomeu é a escolha ideal. Com uma relação qualidade-preço ótima, os quartos são irrepreensíveis em comodidade, limpeza e estética, beneficiando de varanda privada com vistas para o castelo e as montanhas. A pousada soma ainda mais pontos no pequeno-almoço incluído, na piscina exterior e no restaurante de grande qualidade.
O Hotel São Lázaro é já um clássico dos hotéis da cidade de Bragança. Agora, com a recente remodelação, os espaços estão ainda mais agradáveis e modernos. A unidade hoteleira de 4 estrelas merece elogios nas categorias do conforto, limpeza e serviço. Dispõe de quartos amplos, luminosos, com mobiliário prático sem sacrificar minimamente a estética. Salientamos a piscina exterior e os serviços de Spa, e ainda o pequeno-almoço, com variedade e qualidade para satisfazer várias dietas.
As Candeias do Souto ficam na aldeia de Meixedo, já no Parque Natural do Montesinho distando nove quilómetros do centro histórico de Bragança. O silêncio da serra mora nesta casa de Turismo Rural onde o xisto, a lousa e a madeira se interligam às comodidades modernas na perfeição. E o pequeno-almoço é uma perdição de mimos regionais locais.
As comodidades e serviços são as dum hotel moderno que se espera encontrar na cidade, mas O Abel, Hotel Rural está rodeado da paz e sossego da bela aldeia de Gimonde. Cada quarto tem uma varanda ou terraço individual irresistível. O pequeno-almoço é de comer e chorar por mais. Afinal, no Abel não percebem só de posta mirandesa! (Leia a secção “onde comer” e perceberá.)
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O que visitar em Bragança?

Centro histórico de Bragança

Bragança é uma cidade com coração. E se duvida, saiba que as muralhas do Castelo de Bragança desenham um coração, abraçando a Cidadela, o burgo mais antigo ainda vivo, que se abriga sob a sua proteção.

É aqui que sugerimos iniciar o seu roteiro para visitar Bragança, na parte alta. Faça uma entrada triunfal, quer pela Porta do Sol (a leste) quer pela Porta da Vila (a oeste).
Chegando ao largo do castelo, o mais provável é ficar de queixo caído. Esteja à vontade, acontece a todos. O Castelo de Bragança é um dos mais belos e bem preservados castelos de Portugal com belíssimos janelões góticos.

Visite a Torre de Menagem quatrocentista, em alvenaria de xisto, que acolhe o distinto Museu Militar de Bragança. Deixe-se tomar pela fantasia com a lendária Torre da Princesa e suba a um dos torreões para vistas deslumbrantes sobre a cidade de Bragança e seus arredores.

Descubra outras atrações imperdíveis como a Igreja de Santa Maria (ou de Nossa Senhora do Sardão), a mais antiga de Bragança originalmente românica, mas com elementos barrocos e renascentistas atualmente, cujo interior desvenda espantosas pinturas tridimensionais.

Praticamente colado, descubra o enigmático Domus Municipalis, um edifício românico pentagonal, único na arquitetura civil da Península Ibérica onde se crê ter havido as reuniões (algumas secretas) dos “homens bons”.

Ainda dentro da cidadela, visite o Museu Ibérico da Máscara e do Traje, um dos museus mais interessantes de Bragança com uma aliciante coleção de máscaras e trajes dos tradicionais Caretos.


Fora das muralhas, reserve tempo para passear pelo Jardim do Castelo, descobrir a Fonte da Rainha e a Capela de Nossa Senhora da Saúde. Aprecie a beleza estética do teto mudéjar da Igreja de São Bento, e a fachada maneirista do Convento e Igreja de São Francisco, relevante na rota dos peregrinos de Santiago de Compostela em cujo interior foram recentemente descobertos frescos medievais.
Rua dos Museus

Continue o seu roteiro de Bragança descendo até à Rua dos Museus, oficialmente Rua Abílio Beça. Em apenas 500 metros encontra cinco museus que merecem destaque, motivo que leva muitos a visitar Bragança colocando-a na mira dos amantes da história, arqueologia, etnografia e arte.

- Museu do Abade de Baçal: reúne, no antigo Paço Episcopal, um vasto espólio arqueológico, etnográfico e religioso, que retrata os períodos históricos e os aspetos culturais mais importantes da região brigantina.
- Centro de Arte Contemporânea Graça Morais: expõe obras da aclamada artista transmontana Graça Morais a par de exposições temporárias de outros artistas plásticos.
- Centro de Fotografia Georges Dussaud
- Memorial e Centro de Documentação Bragança Sefardita
- Centro de Interpretação da Cultura Sefardita do Nordeste Transmontano

Ao percorrer a Rua dos Museus, terá ainda oportunidade de visitar a Igreja de São Vicente, a Igreja da Misericórdia e a Igreja de Santa Clara no antigo convento onde é venerada a Senhora das Graças, padroeira de Bragança.

Salientamos a belíssima Igreja de São Vicente da qual se destaca a fachada lateral com portal maneirista, chafariz com armas reais e capela dos Passos, a talha dourada da capela-mor em estilo rocaille e a belíssima sacristia. Foi palco de episódios lendários como o casamento secreto do Rei de Portugal Dom Pedro com Dona Inês de Castro. Um painel de azulejos na fachada norte relembra a união secreta.
Praça da Sé

Qualquer roteiro para visitar Bragança tem que contemplar a passagem pela Praça da Sé, uma praça ampla e airosa, centrada pelo cruzeiro, presidida pela Sé Velha de Bragança e rodeada de antigas casas brasonadas e solares que ainda agraciam este centro nevrálgico da cidade de Bragança.


O restante conjunto arquitetónico do convento foi recuperado em 2004 pelo município, para instalar o Centro Cultural Municipal Adriano Moreira, a Biblioteca Municipal, a Biblioteca Adriano Moreira, a Academia de Letras de Trás-os-Montes, o Conservatório de Música, salas de exposições e espaço de memória da Cidade. O acesso à maioria dos espaços culturais faz-se pela Praça Camões, uma praça muito ampla usada para a realização de grandes eventos na cidade e onde ficava o antigo mercado.
A Outra Bragança


É nestas deambulações que se descobrem pérolas como o Corredor Verde, uma sequência de passadiços que ladeiam o Rio Fervença (a recuperação das margens do Rio Fervença que banha Bragança é de aplaudir) que nos conduzem até ao Centro de Ciência Viva de Bragança, à Casa da Seda, ao miradouro da Capela de Nossa Senhora da Piedade, ao verdejante e frondoso Parque Urbano…


A qualquer momento pode cruzar-se com o genial Bordalo II (de quem somos confessos fãs) como o “Camaleão”, a “Gineta” e o “Javali”, o impressionante Lucky Hell (cuja arte espantosa só descobrimos agora em Bragança), o polivalente Duarte Saraiva, o irreverente TripDTOS (a prata da casa a dar cartas). Entre muitos outros.

O que visitar no Concelho de Bragança – melhores destinos perto de Bragança

Torne o seu roteiro a visitar Bragança ainda mais interessante e enriquecedor seguindo as nossas sugestões de passeio pelos arredores da cidade de Bragança.
Parque Natural do Montesinho




aproveite a sua visita a Rio de Onor para dar um saltinho a Sanabria, para conhecer a encantadora Puebla de Sanabria e o impressionante Lago de Sanabria, o maior lago glaciar da Península Ibérica. De Rio de Onor são somente 15km até lá!
Rio de Onor

Gimonde

Montesinho

Mosteiro de Castro de Avelãs

Outeiro

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Restaurantes onde comer em Bragança?
Restaurante O Abel

O restaurante O Abel, na aldeia de Gimonde é de paragem obrigatória para quem vai visitar Bragança. O Sr. Abel e a esposa, Dona Clóris, apostaram nos sabores autênticos da região e nos pratos tradicionais há mais de trinta anos. Desde então, a casa de petiscos passou a restaurante, o espaço cresceu com a clientela sempre a aumentar e as propostas gastronómicas passaram das “tripas com feijão na malga” para a melhores carnes transmontanas grelhadas na brasa. O que nunca mudou foi o ambiente familiar. A Posta à Abel não tem rival e o segredo está no molho com ervas aromáticas locais que trazem ao palato a essência da região. Vá com fome e cedo. Tem que esperar pela sua vez como todos porque não há reservas.
Especialidades: Entradas: alheira da região, queijo de ovelha, presunto, chouriça assada. Da brasa: Posta à Abel, Costeleta de Vitela, Rodeão, Cordeiro, Picantone (franguinho na brasa); Bacalhau assado na brasa regado com azeite. Sobremesas: Pudim de Castanha, Pudim de Queijo…
Taberna do Javali

Para tapear ou uma refeição completa, na esplanada ou na sala acolhedora, a Taberna do Javali, na cidadela do Castelo de Bragança, tem propostas refrescantes e interessantes. Ao Javali vão buscar o nome e a carne para pregos e hambúrgueres que destacamos. Na hora de escolher, a tarefa torna-se complicada. Os nomes são apelativos, mas o manjar supera expetativas. Há sempre algo inovador a sair da cozinha, por isso, a ementa nada tem de aborrecida. A única coisa aborrecida é o tempo de espera porque tudo é feito na hora, o que torna o serviço lento. Vá sem pressas e com tempo.
Especialidades: Entradas: Tiras de frango crocante com molho picante, Presunto com tomate, Bolinha de alheira, Tábua de queijos e enchidos, Salada Transmontana, Salada Terra e Mar, Risoto de presunto e abacate. Carnes: Hambúrguer Caseiro, Prego de javali, Francesinha de javali, Lombelo de porco, Lombo de vitela. Sobremesas: Misto de doces, Tarte de Castanha, Tarte de grão de bico, Mousse de limão, Chocolate branco.
Solar Bragançano

Só com reserva prévia, mas sem reservas na arte de bem receber e bem cozinhar. Não há quem fale do Solar Bragançano, na Praça da Sé, sem elogiar a mestria das duas pessoas que lhe dão alma: o Senhor Desidério, na sala, e a Dona Ana, na cozinha. O jardim, os salões, as madeiras nobres, o mobiliário, a decoração, tudo sugere aristocracia. Mas a verdadeira nobreza está na cozinha que eleva os pratos de caça, de carne e de peixe a outro patamar. Sempre recorrendo a produtos de qualidade. Vinhos selecionados e um menu que é um autêntico poema de sedução ao paladar.
Especialidades: Entradas: alheira, trutinha frita, cogumelos, presunto, queijos. Peixes: Truta com molho de Presunto, Bacalhau à Solar, Linguado, Corvina, Congo. Carnes: Bife de Vitela à Solar, Naco de Vitela à Mirandesa, Cabrito de Montesinho, Canhono Mirandês (cordeiro). Caça: Perdiz, Faisão, Javali, Veado, Lebre. Sobremesas: Abóbora Dourada, Leite Creme Queimado, Sopa de Cereja, Sobremesa da Casa
Restaurante O Careto

Espaço rústico cuidado no coração da aldeia de Varge, o restaurante O Careto homenageia a boa gastronomia tradicional transmontana e os Caretos, que em Varge são levados a sério. Por entre as elogiadas Postas e Costeletas Mirandesas, o generoso Bacalhau na brasa com batata a murro, e um surpreendente Congro aberto na brasa, há paladares do antigamente que quase se perdiam no tempo, como o Galo Caseiro no Pote de Ferro.
Especialidades: Entradas: queijo, presunto, alheira. Peixes: Bacalhau assado na Brasa com batata a murro, Congro aberto assado na brasa. Carnes: Posta de vitela, Costeleta de vitela, Galo Caseiro no Pote de Ferro (só por encomenda). Sobremesas: Queijo com doce de Abóbora, Queijo com doce de cereja, Pudim de ovos.
Marron Oficina da Castanha

Apesar de não ser um restaurante, recomendamos vivamente que passe, entre, deguste e deleite-se com as iguarias da Marron, Oficina da Castanha, para um relaxante lanchinho da tarde. É o primeiro espaço do país especializado em Castanha e seus derivados. A versatilidade de uso da castanha é impressionante e pode saber mais no pequeno museu criado na cave. Vai muito além da aplicação na doçaria. Pão, compotas, licores, chás, rebuçados, produtos de beleza,… e até Cerveja de Castanha, que muito apreciámos. Para uma experiência completa pode fazer uma visita guiada com degustação de licores e doces de castanha.
Mapa do que ver e fazer num roteiro para visitar Bragança
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Excelente Trabalho.
Anabela e Alexandre obrigado pelas vossas dicas de Bragança. Muito bom o artigo. Vou conferir as vossas sugestões. Muito obrigado. Pedro.
Olá Pedro,
Muito obrigado pelo feedback.
Boa viagem!
Muito obrigada pelo artigo, foi uma grande ajuda !!
Bem… vamos de férias para Bragança e seguir as vossas sugestões…. será que vamos ver caretos? Obrigado pelo guião… bem-hajam
Olá! Gostaria de vos agradecer pelos belíssimos artigos publicados. Têm sido uma inspiração no planeamento de algumas das minhas viagens; Bragança, Angra do Heroísmo, Malta…
Excelente! Obrigada!👏
Olá Rita,
Muito obrigado pelas palavras que nos deixa. Ficamos de coração cheio!
Boas viagens!
Olá Anabela e Alexandre!!!
Somos brasileiros e adoramos Portugal!
Sou professora universitária e há 16 anos venho anualmente a Portugal para pesquisas com professores e investigadores das Universidades do Minho e do Porto.
Nessa temporada, nos finais de semana resolvemos passear mais pelo o Norte, indo a cidades que não conhecíamos.
O site de vcs tem nos ajudado muito – tanto na escolha das cidades como nos passeios em cada uma!!
Parabéns pelo trabalho – tão profissional, mas extremamente afetivo!!!
Claisy e Wilson
Olá Claisy e Wilson,
Muito obrigado pelas vossas palavras.
Ficamos de coração cheio por saber que os nossos artigos têm vos ajudado a descobrir o norte de Portugal-
Continuação de bons passeios!
Abraços nossos