Visitar Tomar (e arredores): roteiro com o que ver e fazer na Cidade Templária

Visitar Tomar: o que ver e fazer num roteiro da Cidade Templária

Visitar Tomar é a descoberta incessante de segredos que, garantimos, vão muito além do Convento de Cristo. Desde o Castelo de Tomar ao Centro Histórico, passando por alguns dos maiores tesouros de Portugal nos seus arredores e uma gastronomia de babar que os restaurantes de Tomar se orgulham de confecionar, a Cidade Templária oferece tudo o que o seu coração desejar. Saiba o que ver e fazer em Tomar e nos arredores, onde comer e onde dormir, com mapa interativo para que não se perca no seu roteiro por Tomar, bem no Centro de Portugal.

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade Templária
Convento de Cristo – Roteiro para visitar Tomar

Visitar Tomar é uma ótima ideia para quem deseja um destino completo para uma escapadinha. A viagem não leva sequer hora e meia a quem venha de Lisboa. Do Porto, em menos de duas horas está no coração de Tomar.

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade Templária
Praça de República – Roteiro para visitar Tomar

Tomar é uma cidade repleta de encantos, um polo de artes e criatividade, um núcleo cultural invejável. A panóplia de pontos de interesse históricos, religiosos, patrimoniais, culturais e paisagísticos da cidade, são fortes argumentos que justificam visitar Tomar. E os arredores de Tomar somam-lhe mais uns quantos argumentos naturais de peso.

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade Templária
Jardim do Castelo de Tomar e Convento de Cristo – Roteiro para visitar Tomar

Todo o português devia conhecer o magnífico Convento de Cristo! Descer à cidade pela Mata dos Sete Montes. Passear pela antiga judiaria até à monumental Praça da República. Escutar os sinos da altiva Igreja de São João Batista. Fazer parte do espírito descontraído dos tomarenses na Corredoura. Deixar-se abraçar pelos encantos do Rio Nabão. Relaxar no verde do Parque do Mouchão. Cruzar a Ponte Velha e apreciar as vistas duma cidade espelhada no rio e coroada pelo seu Castelo.

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade Templária
Ponte Velha sobre o Rio Nabão – Roteiro para visitar Tomar

Visitar Tomar é preencher de momentos mágicos as páginas do nosso livro de memórias.

A saber antes de visitar Tomar

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade Templária
Janela Manuelina – o ex-libris do Convento de Cristo em Tomar – Roteiro para visitar Tomar

A arqueologia prova que Tomar teve ocupação humana desde a pré-história, e Tomar ocupa a região das cidades romanas de Nabantia e Sellium. Na Reconquista Cristã, estas terras de feudo foram doadas por D. Afonso Henriques à Ordem dos Templários. Em 1160, o Grão-Mestre Templário Gualdim Pais funda a cidade de Tomar e inicia a construção do Castelo de Tomar e do Convento de Cristo, que se tornariam o Quartel-General da ordem religiosa militar, defensora desta terra de fronteira durante mais de cem anos.

Estátua do Infanto D. Henrique – Roteiro para visitar Tomar

Visitar Tomar está no topo da lista mundial dos que desejam revelar os segredos da mística Ordem dos Cavaleiros Templários. Tomar guarda alguns dos maiores segredos da Ordem dos Templários. A ordem militar existiu durante cerca de dois séculos, até que foi extinta por ordem papal. Acontece que, em Portugal, a Ordem do Templo não foi bem extinta. Foi (engenhosamente) transformada em Ordem de Cristo. Esta foi a maneira que D. Dinis encontrou de salvaguardar o poder, o conhecimento e a riqueza que a ordem religiosa detinha em Portugal sem desobedecer ao papa.

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade Templária
Centro Histórico de Tomar visto do Castelo – Roteiro para visitar Tomar

Importa saber que visitar Tomar é entrar nos bastidores do apogeu de Portugal a seguir à sua fundação. Esta foi a cidade onde o Infante D. Henrique delineou os Descobrimentos em mais duma década de vida em Tomar como Administrador Geral da Ordem de Cristo. Foi ainda um importantíssimo polo industrial nos setores do papel, fiação, cerâmica, metalurgia, eletricidade, entre muitas outras.

Quando visitar?

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade TempláriaA melhor altura do ano para visitar Tomar é… Sempre que a vontade surja. A cidade é muito dinâmica. O ano inteiro. Detém um poder magnético que atrai artistas, músicos, pensadores e criativos em maior número que outras cidades de Portugal (a par de seguidores do esoterismo e misticismo). O resultado é uma vasta oferta de eventos musicais e de dança, de cinema e teatro, exposições, poesia… Capaz de preencher uma agenda cultural invejável ao longo dos doze meses do ano. Sol, céus azuis, dias longos, temperaturas amenas a quentes é de maio a setembro. Na mala deve levar um agasalho quentinho se visitar Tomar no inverno. E um impermeável é sempre boa ideia de outubro a abril.

No verão, Tomar ComVida a abrir os horizontes musicais com concertos gratuitos todas as sextas e sábados. Um dos eventos musicais de maior destaque é o Festival Bons Sons, em agosto, que acontece na pitoresca aldeia de Cem Soldos. Em maio, há cavaleiros a brandir espadas pelas ruas e parques de Tomar na Festa Templária. Em setembro chegam as Estátuas Vivas para contar estórias.

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade Templária
Festa dos Tabuleiros – Roteiro para visitar Tomar

E quem não ouviu falar da grandiosa Festa dos Tabuleiros de Tomar? A Festa dos Tabuleiros em Tomar é um evento único nacional, uma tradição secular que põe toda a cidade em festa. Trajando a rigor, centenas de raparigas nabantinas carregam os coloridos tabuleiros num cortejo que percorre as ruas engaladas de flores de papel. Das janelas e varandas pendem colchas garridas e a vizinhança aclama as cachopas com uma chuva de flores. Imperdível! Acontece de 4 em 4 anos e a próxima está agendada para julho de 2023.

Onde fica e como chegar?

Tomar é uma cidade ribatejana, pertencente ao distrito de Santarém, e capital da surpreendente região intermunicipal do Médio Tejo. Beneficia duma posição privilegiada bem no coração do Centro de Portugal, estando pertíssimo de algumas das principais cidades de Portugal como Leiria, Coimbra, Castelo Branco e Portalegre.

A forma mais rápida de chegar a Tomar é de carro. Fica entre Lisboa e o Porto, a menos de duas horas de distância de ambas as cidades. Para quem visita Portugal e viaja de carro alugado entre Lisboa e o Porto, Tomar é uma parada perfeita que vale a pena considerar, mesmo a meio caminho.

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade TempláriaDe Lisboa, a viagem mais rápida é tomando a autoestrada A1, sair para a A23 em Torres Novas (portagens eletrónicas) e seguir as indicações para Tomar. Vindo do Porto também pela A1, em Coimbra pode apanhar a saída para Condeixa e seguir a estrada N110 até Tomar.

Autocarros diários da Rede Expressos e comboios reginais da CP ligam a cidade de Tomar às principais cidades portuguesas. Optando pelo comboio, é muito provável que tenha de fazer transbordo no Entroncamento para o comboio regional que faz o serviço do ramal de Tomar.

Onde ficar a dormir em Tomar? Sugestões de alojamento

Casa dos Ofícios Hotel

A fasquia na arte de bem receber foi elevada pela Casa dos Ofícios. O coração deste boutique hotel de 4 estrelas bate ao ritmo do centro histórico de Tomar, onde está localizado. Inserido num edifício histórico do século XVIII, louvavelmente recuperado, distingue-se pela homenagem carinhosa que faz aos ofícios que predominaram e tornaram Tomar uma cidade próspera. Preserva os elementos arquitetónicos originais e de relevo do edifício sem abdicar de classe, requinte e conforto. Isso está patente nos 14 quartos, receção e sala de refeições, sala de estar e biblioteca, onde a identidade dos espaços foi engenhosa e harmoniosamente conciliada ao conforto irrepreensível. São os detalhes que nos vão contando a história duma casa de Tomar que emana “memória, calor, refúgio, celebração, convivialidade, tranquilidade, conforto.” Atrevemo-nos a acrescentar generosidade: a mesa do pequeno-almoço é um banquete de delícias servidas com mimo. Gostamos de espaços com alma. Gostamos do calor humano de quem recebe de braços abertos. Isto, e muito mais, foi o abraço que nos envolveu e conquistou na Casa dos Ofícios.

Thomar Boutique Hotel

Pensado para oferecer uma experiência diferenciadora aos hóspedes, cada detalhe do Thomar Boutique Hotel tem na génese o élan da cidade de Tomar do passado, mas assume-se como um hotel citadino com serviço personalizado. Verá ao pequeno-almoço. Delicioso. Para lá da Ponte Velha, com o Nabão a correr-lhe aos pés, o ambiente é ditado pelo espírito urbano que inspirou o conceito. Como uma viagem no tempo, os quartos do boutique hotel contam e valorizam a história da cidade nas suas eras de ouro: Romana, Templária, Descobrimentos e Industrial. O bom gosto, esse é intemporal e une elegantemente o design moderno ao conforto contemporâneo. Distinto, requintado e cuidado, cada espaço do Thomar Boutique Hotel tem uma aura de sedução – aquela que nos convida, sem pudor, a experimentar. Com três palavras o enamoramento é garantido: rooftop vista rio. Contemplar o rio, a zona histórica da Cidade Templária e o Castelo está à distância de um olhar – e um drink relaxante, à distância dum braço. É de cair de amores. Ao pôr-do-sol, é amor de perdição!

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O que ver e fazer num roteiro para visitar Tomar?

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade Templária

Imperdível em… Tomar!

  • visitar o Convento de Cristo e Castelo de Tomar
  • fazer um passeio pela Mata dos Sete Montes
  • cirandar pela antiga judiaria
  • adoçar a boca com umas “Fatias de Tomar” ou uns “Beija-me Depressa”
  • visitar a cidade no ano da Festa dos Tabuleiros (o próximo é 2023)
  • pegar no carro e ir ao Castelo de Almourol e ao Aqueduto dos Pegões Altos

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade TempláriaDeambular pelas ruas de Tomar é como folhear um compêndio de história. Só que este é um livro vivo, empolgante e intrigante. Somos agarrados logo às primeiras páginas. Enredados nas seguintes, enquanto desfilam perante os nossos olhos mais de oitocentos anos de (hi)estórias. Ficamos intrigados com as pedras das origens. Coscuvilhamos as esquinas do enredo. Vestimos a pele de personagens lendárias e míticas. Aguardamos em pulgas o desfecho dum episódio apoteótico. Celebramos as conquistas. Vibramos com os sons das vitórias.

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade TempláriaComo livro vivo que é, tem um fim aberto e as suas páginas continuam a ser escritas pelos que amam esta cidade esbelta, enigmática e enérgica.

Não se admire se, ao visitar Tomar, der de caras com algumas coisas mais enigmáticas e simbólicas. Como o baixo-relevo do touro por baixo do nicho de Santa Iria, padroeira de Tomar, no Convento de Santa Iria. Tomar é uma Cidade Templária, portanto está revestida de simbologia a começar pela própria estrutura da cidade… Em cruz. Orientada como uma rosa-dos-ventos. Quatro extremos, quatro pontos cardeais, quatro conventos.

E é precisamente no vértice mais emblemático dessa rosa-dos-ventos que vamos dar início ao nosso roteiro a visitar Tomar.

Convento de Cristo

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade TempláriaO Convento de Cristo é o monumento mais emblemático e a grande razão pela qual muitos escolhem visitar Tomar. Património Mundial da Humanidade UNESCO desde 1983, o Convento dos Cavaleiros de Cristo de Tomar é um tesouro único que espelha sete séculos da história, não só de Portugal mas de todo o Ocidente. A arquitetura é extraordinária! Cruzando elementos dos estilos Românico, Gótico, Manuelino, Renascentista, Maneirista e Barroco, a ornamentação é verdadeiramente espantosa.

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade TempláriaDesde o intrincado Portal Sul da Igreja, passando pelo esplendor cromático da Charola Templária, à geometria do Claustro Principal, não há quem não deixe cair o queixo em algum momento da visita. Principalmente quando se depara com a Janela do Capítulo, a obra-prima mais representativa do estilo Manuelino, o gótico português. Entre um e outro momento de maravilhamento, vai passar por outros claustros, a cozinha e o refeitório, o corredor dos dormitórios, o noviciado e respetiva capela e, mais recentemente aberta ao público, a cisterna do Claustro dos Corvos.

Claustro Principal do Convento de Tomar – Roteiro para visitar Tomar
Dica VagaMundos: no Claustro dos Corvos encontra um snack-bar muito agradável para fazer uma pausa para café.

Castelo de Tomar

O Castelo de Tomar integra o grande conjunto arquitetónico e monumental do Convento de Cristo. Portanto, ao chegar ao alto da colina, as primeiras portas que vai transpor são as das muralhas do Castelo de Tomar. Assim que a Ordem dos Templários tomou posse destas terras entre o Mondego e o Tejo, a construção do castelo com três linhas defensivas de muralhas foi prioritária.

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade TempláriaA Torre de Menagem e a Alcáçova são as primeiras estruturas. No centro ergue-se a sublime igreja matriz do Convento de Cristo. O que vê a sul não são ruínas, é a Sala do Capítulo, obra inacabada que regente algum ousou terminar desde que D. Manuel I ordenou a sua construção. Vale a pena passear pelo jardim, subir e percorrer as muralhas que rodeiam o laranjal (a antiga área habitacional do castelo) e descobrir a Porta da Almedina.

Ermida da Nossa Senhora da Conceição – Roteiro para visitar Tomar
Dica VagaMundos: para quem desce do Castelo de carro, encontra à esquerda uma ermida. Ermida salvo seja, pois o templo religioso assemelha-se mais a um basílica de pequenas dimensões. Falamos da Ermida de Nossa Senhora da Conceição cujo propósito inicial era para servir de panteão régio a D. João III, desígnio que nunca veio a cumprir, já que o rei se encontra sepultado no Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa. A “ermida” situa-se no topo duma colina próxima do monte do Castelo e do Convento de Cristo. O templo religioso é considerado um dos mais puros exemplares do estilo renascença em Portugal.

Mata Nacional dos Sete Montes

Visitar Tomar (e arredores): o que ver e fazer num roteiro pela Cidade TempláriaDesça do castelo via Mata Nacional dos Sete Montes. Um espaço verdejante idílico onde (crê-se) os Templários praticavam os rituais iniciáticos da Ordem religiosa militar. Talvez isso explique a existência da Charolinha no meio da densa floresta. O cenário e ambiente dominam-nos e facilmente a imaginação ganha asas. O que não é de admirar depois de visitarmos o convento e o castelo.

Camelot, Rei Artur e Excalibur, cavaleiros do Santo Graal e a Távola Redonda, Merlin e Morgana… Voltando à terra! Descubra fontes como a do Sangue, caminhos como o das Raízes, ou simplesmente perca-se pelos labirintos deste bosque encantado.

Convento de São Francisco

Um desvio curto para sul da saída da Mata Nacional dos Sete Montes, está o convento que marca a ponta sul da rosa-dos-ventos de Tomar. É o Convento de São Francisco que se destaca pela bela capela maneirista que acolhe. Num espaço do convento foi estabelecido o curioso Museu dos Fósforos que reúne a coleção pessoal de Aquiles de Mota Lima com mais de 40 mil caixinhas de fósforos e afins. Caminhando para o centro da cidade, vamos ao encontro do Tribunal Judicial, do antigo Hospital da Misericórdia anexo à bela Igreja de Nossa Senhora da Graça, também pertencente à Santa Casa da Misericórdia de Tomar, para nos adentrarmos no ambiente medieval da cidade de Tomar.

Arcos Ogivais fundidos com o casario – Roteiro para visitar Tomar
Dica VagaMundos: sabia que Tomar foi provavelmente a primeira cidade a projetar um centro comercial? Chamam-lhe os Estaus e fica no extremo leste da Rua dos Arcos. Não é só um nome, é um dos segredos da cidade. Ali funcionou o antigo bazar dos judeus e o Infante D. Henrique projetava uma grande obra para integrar lojas e albergaria para comerciantes itinerantes. A obra nunca foi acabada, mas ficaram os arcos ogivais, muitos dos quais fundidos no casario, até ao Palácio de Alvaiázere, ao longo dos séculos. Vá espreitar.

Sinagoga e Antiga Judiaria de Tomar

Sinegoga de Tomar – Roteiro para visitar Tomar

Imediatamente a sul da Praça da República, encontramos a antiga judiaria de Tomar. Tem destaque a Sinagoga, que crê-se ser a mais antiga de Portugal, e o Museu Hebraico Abraão Zacuto. Já restam poucos, mas há claros vestígios da importância da comunidade judaica na cidade. Deambular por estas vielas é uma delícia. Acima de tudo, pelo ambiente. Aqui, uma ruela de casinhas aprumadinhas. Ali, os casarões fustigados pela inclemência do tempo. Além, o tasco de rua onde se discutem ideias revolucionárias. Mais acolá, um restaurante fino à la carte. A lojinha de novo artesanato faz esquina com a pastelaria francesa. E nestas deambulações descobre-se o Cine-Teatro Paraíso, nascido em 1885 como Teatro Nabantino, um teatro ao estilo italiano.

Praça da República

Num instante chegamos à Praça da República, o centro, o coração de Tomar. Em todos os aspetos. Dominada (ainda) por Gualdim Paes, ergue-se ao centro a homenagem da cidade ao seu fundador. Sobressaem a Igreja de São João Batista, a matriz, e o antigo edifício dos Paços do Concelho onde ainda hoje funciona a Câmara Municipal de Tomar. O perfil da praça é complementado pelas fachadas limpas e cuidadas de casas antigas com detalhes arquitetónicos ao gosto da época. Aliás, a arquitetura da cidade é razão suficiente para levar os apreciadores a visitar Tomar. Desde a Idade Média à Modernidade, Tomar é a melhor aula de história da Arquitetura que se pode ter, com detalhes preciosos, sem perder um período ou estilo arquitetónico. Uma aula viva.

Corredoura

A Corredoura, atual Rua Serpa Pinto é “a” rua pedonal de Tomar que, para além das lojas de comércio (até uma retrosaria aqui sobrevive), alojamentos, cafés e restaurantes e outros serviços, é o spot para ver e ser visto. De cada lado do tapete de calçada portuguesa, estão algumas das casas mais lendárias da cidade, como a Residencial União o “hotel” do século passado (leia-se, XIX) que é uma viagem no tempo, o centenário Café Paraíso (do outrora seleto Club Thomarense) ou a confeitaria Estrelas de Tomar que granjeia a fama de ter inventado os doces típicos da cidade (Fatias de Tomar, Queijinhos de Tomar, Beija-me Depressa), ou a Pharmácia Pinheiro cuja longevidade já ultrapassou os 140 anos (um dos segredos tem que ser a poção da juventude, só pode!).

As lojas vão-se modernizando, mudando de mãos, mas o castiço é que encontramos quase todo o tipo de comércio na Corredoura. Aproveite para comer uns petiscos numa das cervejarias, adoçar o dente com umas Fatias de Tomar, ou saciar a vontade de ir às compras.

Rio Nabão e Roda do Parque do Mouchão de Tomar

O postal mais conhecido de Tomar é o Convento de Cristo, não temos dúvidas. Mas logo a seguir está a tríade rio Nabão, Roda e Parque do Mouchão. Ao parque não lhe falta o clássico coreto, bancos de jardim para ler um livro ou relvado para praticar ioga, jardim e pérgula romântica para namorar. A Roda do Mouchão, mais do que um engenho mecânico movido pelas águas correntes do rio Nabão, é um emblema emotivo acarinhado pelos tomarenses.

Roda do Mouchão – Roteiro para visitar Tomar

Como um barómetro da vida da cidade, a Roda do Mouchão tem que mexer. A completar o quadro, a eterna banda sonora das águas em cascata, do vento na folhagem e do canto dos pássaros. Ninguém resiste a ser uma das personagens deste quadro perfeito num dia de sol, seja tomarense ou não.

Ponte Velha

É imperioso atravessar o rio Nabão pela Ponte Velha (Ponte D. Manuel I) quando visitar Tomar. Acredita-se que a sua origem é Romana, embora não haja certezas. O que se sabe é que, à chegada, os Templários aproveitaram uma estrutura de pedra pré-existente e melhoraram-na para construir uma ponte sólida que permitisse a travessia sobre as águas do Nabão. Esta ponte secular foi sempre preservada, com algumas alterações como é óbvio. Talvez porque é, até aos dias de hoje, uma das entradas mais bonitas da cidade de Tomar.

Convento de Santa Iria

A leste do Nabão, mesmo ao lado da ponte Velha, ergue-se o Convento de Santa Iria, lamentavelmente em avançado estado de degradação e ruína. O conjunto do convento e igreja data do século XIV com posteriores adições. De destacar, a Igreja de Santa Iria, com portal renascentista e uma capela lateral chamada Capela dos Vales, o Arco das Freiras, lançado sobre a Rua de Santa Iria, e a Casa do Pego, construída onde o Nabão é mais fundo e onde, diz a lenda, Santa Iria foi assassinada. Na esquina exterior virada à Ponte Velha encontra-se o nicho com a imagem de Santa Iria de Tomar, em alusão à lenda da padroeira da cidade.

Levada de Tomar

Do tempo dos Templários (século XII / XIII) é também o Açude dos Frades que desviava a água do Nabão pela Levada para fornecer energia aos moinhos e lagares nas margens do rio, como o do Alcaide-Mor e o do Secretário, ao lado da Ponte Velha. Como sempre foram mantidos, um grande número resiste de pé até aos nossos dias. Inclusivamente, o lagar quatrocentista de D. Pedro de Évora foi aproveitado para receber a central elétrica em 1901. Pode visitar a central, hoje espaço-museu, ou simplesmente passear pelos passadiços da Levada, vale bem a pena, quanto mais não seja para visitar a Casa dos Cubos onde se sedia o Centro de Estudos Em Fotografia de Tomar.

Igreja de Santa Maria dos Olivais

Ofuscada pela popularidade e beleza desconcertante do Convento de Cristo, a Igreja de Santa Maria do Olival é muitas vezes esquecida por quem vai visitar Tomar. Injustamente. Afinal de contas, esta é que era a sede da Ordem dos Templários e posteriormente da Ordem de Cristo. Na altura dos Descobrimentos recebeu, inclusivamente, honras de Sé Catedral de todas as igrejas sem diocese em África, na Ásia e na América. No século XII, Gualdim Pais mandou erguer a igreja, aproveitando um antigo mosteiro beneditino, e nela sediou a Ordem dos Templário. O edifício românico foi ampliado no século seguinte salientando-se como um exemplar de arte gótica em Portugal e modelo de muitas igrejas da época no país. A igreja é o panteão dos mestres da Ordem, onde inclusivamente se encontra o túmulo do próprio Gualdim Pais.

Ermida de São Gregório

Quase impercetível, mas outrora santuário de peso, a Capela de São Gregório demarca-se do restante património religioso pela planta octogonal, o alpendre colunado, o belo e elaborado portal manuelino e os azulejos setecentistas.

Escadinhas da Ermida da Nossa Senhora da Piedade – Roteiro para visitar Tomar
Dica VagaMundos: atrás da Capela de São Gregório, estão as Escadinhas da Ermida de Nossa Senhora da Piedade. Encha-se de coragem e suba à ermida. Ao fim do dia, é um ponto alto para boas fotos da cidade de Tomar e seu Castelo.

Pelourinho de Tomar

Ainda não se questionou por onde anda o Pelourinho de Tomar? No Largo do Pelourinho, como pertence. A sua localização, longe das ruas populares e badaladas, faz com que seja um solitário monumento. Mas vale a pena ir ao seu encontro e aproveitar para ver algumas das mais emblemáticas Janelas de Tomar, um traço arquitetónico pelo qual Tomar se orgulha. Na Ruas dos Arcos também encontra uma série delas.

Tomar: Mapa dos Principais Pontos de Interesse


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O que visitar nos arredores (perto) de Tomar? 

A cidade oferece mais do que suficiente para preencher dois dias inteiros a visitar Tomar. Nós já devemos lá ter passado duas mãos cheias deles e queremos mais. Mas se somar os pontos de interesse que se escondem nos arredores de Tomar, então vai querer lá ficar uma semana, de boa!

Aqueduto dos Pegões Altos

Comece pelo Aqueduto dos Pegões Altos, a pouco mais de dois quilómetros do Convento de Cristo se for a pé pelo trilho, um pouco mais pela estrada. Este aqueduto filipino, com cerca de seis quilómetros de comprimento, era o principal meio de abastecimento de água do Convento de Cristo.

No troço dos Pegões Altos, pode admirar os seus vertiginosos trinta metros de altura e os mais de setenta arcos que possibilitam uma infinidade de simetrias fotográficas. Os mais audazes arriscam a subida à Casa da Água a jusante e caminham pelo estreito carreiro que acompanha o aqueduto até à Casa da Água a montante. Não aconselhável a cardíacos, pessoas com vertigens e crianças. Não há corrimão nem vedação e o vento àquela altura é muito forte.

Cem Soldos

Cem Soldos não tem castelos, nem tão pouco palácios imponentes. Mas tem dizeres na rua, frases escritas com o coração… Cem Soldos pode não ter grandes monumentos mas é uma fábrica de momentos.  E isso sabe tão bem! Conhecemos Cem Soldos numa ida ao Bons Sons que nos atraiu pelo conceito de festival comunitário e coletivo. Novos e velhos, todos na aldeia dão uma mãozinha. A própria aldeia é o palco, nas praças, nas ruas, na eira, na igreja, no café. Isso captou a nossa atenção (e aumentou o apetite) de imediato. Melhor ainda quando se trata de música portuguesa, de ontem e de hoje, de nomes sonantes e ilustres desconhecidos, de sons de sempre e do que se faz de novo…

Gostamos tanto que prometemos voltar a Cem Soldos sem festival. Promessa cumprida, repetidamente, para beber um café pago com “soldos”. Se está à espera duma aldeia parada no tempo, esqueça. Esta aldeia está alive and kicking. É uma aldeia de hoje, de ideias, que preza e cuida dos seus, que pensa e faz, que investe nas pessoas e acredita na cultura sem dono.

Aldeia Templária de Dornes

A uns 35 minutos de carro, a Aldeia Templária de Dornes é um destino imperdível. Dornes é terra de mistérios, da matéria que as lendas são feitas. Vencedora das 7 Maravilhas de Portugal – Aldeias, Dornes é também conhecida como a Península Encantada ou Terra Mítica dos Templários. Ambos os epítetos têm fundamento.

É que a pequena povoação fica no cimo duma adorável península contornada pela albufeira do Rio Zêzere e tem plantada bem no topo a afamada Torre Templária de Dornes, a torre defensiva pentagonal de que não se conhece mais exemplos em Portugal. Há ainda a Igreja da Nossa Senhora do Pranto, destino de romaria, e uma deliciosa praia fluvial para refrescar corpo e alma nos dias quentes de verão ou depois dum trilho pelas suas belezas naturais.

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Albufeira da Barragem de Castelo de Bode

A leste da cidade e subindo para norte, a Albufeira da Barragem de Castelo de Bode é uma manta de retalhos de belezas naturais entre serra e vales, rio domado e praias fluviais, miradouros e trilhos. Quando visitar Tomar, não dispense uma travessia da gigantesca Barragem do Castelo de Bode.

Lago Azul

Acompanhe o serpentear da Albufeira do Castelo de Bode para sul e suba ao miradouro do Lago Azul, no concelho de Ferreira do Zêzere, para a fotografia digna do Instagram. Cá em cima, as paisagens são de babar. Lá em baixo, a Praia Fluvial da Castanheira (vulgo Lago Azul, pela cor da água), com a sua gigante piscina flutuante, espera por si para banhos e desportos náuticos ou um simples passeio de gaivota. Os miúdos adoram, os graúdos deleitam-se. Com a Estalagem Lago Azul mesmo ao lado, o Lago Azul é um excelente destino para uma escapadinha.

Dica VagaMundos: É fã de praias fluviais? Então não deixe de ler os seguintes artigos:

Praias Fluviais

Mas há mais! Menos populares mas igualmente rodeadas da paisagem idílica que distingue esta albufeira, nada como explorar todas e depois decidir.

Praia Fluvial da Bairradinha (na fonteira dos concelhos de Tomar e Ferreira do Zêzere): espaçosa e com a particularidade de ter areal;

Praia Fluvial dos Montes (Tomar): o acesso não é dos mais fáceis, talvez por isso seja das mais sossegadas em Castelo de Bode;

Praia Fluvial de Alverangel (Tomar): a maioria dos tomarenses conhece-a por praia do Casalinho, mas para nós será sempre a Praia da Árvore na Ilha;

Praia Fluvial da Aldeia do Mato (Abrantes): já fica na outra margem da Barragem de Castelo de Bode, mas vale cada quilómetro, pois a água têm dias de ser mais quentes que nas praias do Algarve.

Dica VagaMundos: provavelmente não será novidade nenhuma para os amantes de desportos náuticos, mas pode dar jeito a quem deseje iniciar-se na prática. Castelo de Bode reúne as condições perfeitas para remo, SUP, vela, windsurf, jet ski, pesca desportiva e esperemos que venha a ser a “capital do wakeboard.”

Praia Fluvial do Agroal

E já que estamos na temática das praias fluviais, terminamos as nossas sugestões com a mais fotogénica de todas: a Praia Fluvial do Agroal. Em menos de 20 minutos chega à maior nascente do rio Nabão contida numa piscina fluvial de sonho. Tem a particularidade de ser uma nascente cársica cujas águas tem propriedades terapêuticas benéficas para aparelho digestivo e pele. Mas a água é fria para chuchu! É preciso muita coragem para fazer este tratamento de beleza da pele.

Castelo Templário de Almourol

Sabia que o Tejo tem uma ilha? E que nessa ilha se ergue um “guardião das águas” de pedra? O esbelto, enigmático e intrigante Castelo Templário de Almourol. Na verdade, era mouro, mas Dom Afonso Henriques chegou, viu e venceu… E entregou o castelo aos Templários. Basta isto para o lugar se encher de misticismo. As suas pedras já viram nascer inúmeras lendas, e diz-se até que há uma passagem secreta que passa por baixo do Tejo. Apanhe o barco no cais e atreva-se a explorar as “entranhas” do mítico castelo e subir às suas torres-miradouro.

Rumo aos encanto do Médio Tejo

Parque Ribeirinho de Vila Nova da Barquinha – Roteiro para visitar Tomar

Vai precisar de outro dia inteiro para o que se segue. Desta vez, a nossa sugestão do que visitar nos arredores de Tomar centra-se a sul, em direção ao Tejo.

Encante-se com Vila Nova da Barquinha. Vila e aquele que é provavelmente o melhor parque ribeirinho do Médio Tejo. Arte e verde marcaram aqui encontro e o resultado é um espaço de bem-estar e relax estupendo.

Marginal ribeirinha de Tancos – Roteiro para visitar Tomar

“Suba” o Tejo e pare em Tancos, mais precisamente no cais de Tancos. Não pelo jardim ribeirinho, apesar de ser muito agradável, mas pelo vislumbre do imperdível Castelo de Almourol.

Centro Histórico de Constância – Roteiro para visitar Tomar

Despeça-se do rio Zêzere onde ele abraça o Tejo. Em Constância. Esta típica vila ribeirinha é das nossas favoritas para escapadinhas românticas há anos. Adoramos calcorrear as vielas labirínticas e estreitas, daquelas que nem um carro passa, passear no Jardim Horto de Camões, na praia fluvial, do fontanário aos Pezinhos no Rio, e celebrar o dia no Dom José Pinhão.

Mosteiro da Batalha – Roteiro para visitar Tomar

Nem lhe vamos falar de Fátima, da Batalha, de Óbidos, de Leiria, da Golegã nem tão pouco dos novissímos Passadiços das Fragas de São Simão ou da apaixonante Cascata do Penedo Furado. Para isso precisa de mais uma semana em Tomar. Como vê, há muito que ver e fazer quando planear visitar Tomar.

Mapa dos Principais Pontos de Interesse nos Arredores de Tomar


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Restaurantes onde comer?

Visitar Tomar pela sua gastronomia é outra das razões porque a cidade atrai tantos visitantes. A cultura de “petiscar” numa cervejaria faz parte do dia-a-dia dos tomarenses e é tarefa difícil arranjar lugar numa esplanada ao fim do dia, quer seja nas cervejarias, nas gelatarias ou nas pastelarias. Há vasta e deliciosa oferta, entre cozinhas que inovam e os sabores de sempre.

Cabrito Assado

Dificilmente vai encontrar nos restaurantes da cidade aqueles pratos tradicionais que são destacados como as iguarias gastronómicas de Tomar, a saber as Couves à D. Prior, o Coelho na Abóbora e a Feijoada de Caracóis, a par da lampreia quando em época, sável, cabrito, dobrada e cabidelas. Assim já tem uma desculpa para visitar Tomar num evento gastronómico.

Fatias de Tomar

Espantosamente não conventual (que se saiba), o doce mais famoso de Tomar data de meados do século XX e é exclusivo da cidade. As Fatias de Tomar são um doce à base de gemas de ovos cozido em banho-maria numa panela especial inventada por um dos mestres latoeiros da cidade, o senhor Aurélio. Compravam-lhe a panela e a receita vinha incluída. Mas o que dizer dos Queijinhos Doces, das Queijadas de Amêndoa, das Castanhas Doces, ou dos sugestivos Bolos de Cama que derivaram nos sedutores Beija-me Depressa?

Dentre os nossos favoritos, deixamos algumas sugestões de restaurantes onde comer em Tomar.

$ | Cervejaria do Fernando
Rua Silva Magalhães nº 47, Tomar 2300-593, (+351) 249 314 014
Especialidades: Petiscos: moelas na caçarola, caracóis, orelha, ovas, pica-pau, camarão, berbigão à espanhola. Peixes: salada de polvo com batata cozida; bacalhau cozido com grão. Carnes: costeleta de novilho; bife da vazia; morcela de arroz com bróculos.

$-$$ | Casa das Ratas & Casa Matreno
Rua Doutor Joaquim Jacinto 6, Tomar 2300-577, (+351) 933 549 128
Especialidades: Arroz de pato, iscas, maranhos, cabrito, lampreia (na época).

$$-$$$ | Restaurante A Bela Vista
Rua da Fonte do Choupo 6, Tomar 2300-468 Portugal, (+351) 249 312 870
Especialidades: Peixe: caldeirada de peixe; arroz de tamboril; filetes de pescada. Carne: cabrito assado; secretos de porco preto.

$$-$$$ | Restaurante A Lúria
Rua da Alegria nº 34 Portela São Pedro de Tomar, Tomar 2300-182, (+351) 967 003 076
Especialidades: Entradas: cilercas (cogumelos selvagens) com ovos; mexilhoada de feijão; petingas no forno. Peixe: açorda de sável; polvo no forno com migas; dourada com açorda de migas; lampreia à Bordalesa. Carne: cabrito na brasa com arroz de miúdos e grelos; magusto de carnes com açorda de cilercas; posta de vitela mirandesa.

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